O blog
Dizem que falar aos cotovelos é ruim. Dizem que expressar opinião é ótimo em alguns casos. Unindo ambas as coisas essa pequena garota irá tentar defender as suas próprias opiniões de coisas cotidianas, valhas ou às vezes inúteis; passando o tempo aqui, vendo as horas voarem e digitando descontroladoramente palavras aleatórias, porque isso sim é de sua natureza.

Quem
Gabriela Andrade, uma senhorita com 24 anos vividos de misturas sentimentais, questões polêmicas, questionamentos utópicos sobre o mundo, englobados em torno de muitas confusões. Anseia por um futuro melhor, mas se saberá o que será do temido e exasperado amanhã?

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Meu balé
Comentários (2) // terça-feira, 31 de outubro de 2017

Sejas o balé dos meus pés,
que o meu corpo dance ao Teu falar
e os meus ouvidos ouçam a voz que vem dos céus.
Direciono o olhar do meu coração a Ti,
pois ainda que eu esteja em plena tempestade tenho em mim gratidão:
Tu és o tempo todo bom.
E, assim, prossigo bailando conforme a Tua lei.
Esvazio-me do que sou e Te faço da minha vida Rei.

PS: pequeno texto em homenagem aos 500 anos da Reforma Protestante que inovou não apenas no âmbito religioso, mas foi o berço para as liberdades fundamentais que temos hoje.

Foto: daqui.

Boneca de pano
Comentários (1) // sexta-feira, 13 de outubro de 2017

Meiga, de choro fácil, ela vive sempre a sorrir. Sorriso fixo e às vezes trêmulo, que não sai dos lábios. Como que se esquecera que o tempo passa, a infância permanece nela. E ela, mulher, ainda é menina. Feminina é eufemismo, se pudesse teria tudo em forma de flores, desenhos infantis e borboletas. Não vive longe da busca pela felicidade, mas foge de brigas como o Cascão corre da chuva. A sua cidade não possui nome e a rua em que mora não possui CEP, porque a sua morada é desprendida. Ela acredita em um amor irreal, e por isso sabe ser leal como ninguém. Engana-se quem pensa que ela elogia a cada suspiro, a vida lhe foi dura e ela fala mesmo com atitudes e abnegação. Dizer não aos outros e fazer escolhas é difícil, prefere enxergar tudo como bom.
Não é fácil entendê-la, no entanto se pode vê-la como uma boneca de pano: centenas de linhas e detalhes formando algo tão singelo e único.

Imagem: daqui - Adriana Vieira.

Hey,
Comentários (1) // quinta-feira, 5 de outubro de 2017

Vem depressa.
O meu coração espera por ti.
Ou por acaso o meu amor não te interessa?
Eu não vou ficar de tititi, percebas o meu olhar que sempre-sempre-sempre procura o teu.
Notes que a timidez fala em todas as minhas entrelinhas.
Poderia te escrever poesia, te falar que a tua alegria é a minha nova rima
e que a minha calmaria perdeu para a arritmia que me causas.
Não sejas um filisteu, vejas que não sou sua inimiga, lutamos pela mesma causa e apenas espero que gostes de mim como sou.
Forasteira procurando morada, a cada passo uma nova estrada.
O inverno passou e agora há flores,
e, com exceção do teu, não quero nem penso em outros amores.




Foto: acervo pessoal (julho/2017).

Observação: primeira vez que uso foto minha aqui no blog (motivo de alegria, hehe).