O blog
Dizem que falar aos cotovelos é ruim. Dizem que expressar opinião é ótimo, em alguns casos. Unindo ambas as coisas essa pequena garota irá tentar defender as suas próprias opiniões rebeldes e muitas vezes sem causa, de coisas cotidianas, valhas ou às vezes inúteis; passando o tempo aqui, vendo as horas voarem e digitando descontroladoramente palavras aleatórias, porque isso sim é de sua estranha natureza.

Quem
Gabriela Andrade, uma senhorita com 23 anos vividos de misturas sentimentais, questões polêmicas, questionamentos insanos e utópicos sobre o mundo, englobados em torno de muitas confusões. Anseia por um futuro melhor, mas se saberá o que será do temido e exasperado amanhã?

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Do ou da "ex"
Comentários (4) // segunda-feira, 30 de abril de 2012
Morre. Morre porque um dia o sofrimento se esvai e uma semente nova cai. Nasce porque há vida após e se sobrevive a sós. A só. Por um tempo. Morrem os rancores, as amarguras, morre o que tem que morrer pra nascer novo, bonito e com vida. Pra ser forte, feliz e certo. Morre porque era uma semente prematura do amor que estava só fertilizando o solo. Amor de verdade tem que estar preparado, fértil, crescido para poder ser árvore gigante num lugar que só conheceu pé-de-feijão, daqueles que todo mundo planta no copinho de plástico aos 5, 6 ou 7 anos. Morre porque relacionamentos anteriores foram só preparações e você verá isso quando sentir que o pé-de-feijão deu lugar a uma laranjeira, macieira, bananeira que lhe escapam as raízes do coração. Morre, mas não se apagam as lembranças. Morre somente porque aquele passado vira cinza depois que você passa a realmente entender o que os livros, filmes e poemas de amor querem dizer, depois que uma nova pessoa te faz isso entender. Morre porque há outra chuva esperando, e não é aquela que vem dos olhos ou que deixa os dias nublados.

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