O blog
Dizem que falar aos cotovelos é ruim. Dizem que expressar opinião é ótimo, em alguns casos. Unindo ambas as coisas essa pequena garota irá tentar defender as suas próprias opiniões rebeldes e muitas vezes sem causa, de coisas cotidianas, valhas ou às vezes inúteis; passando o tempo aqui, vendo as horas voarem e digitando descontroladoramente palavras aleatórias, porque isso sim é de sua estranha natureza.

Quem
Gabriela Andrade, uma senhorita com 23 anos vividos de misturas sentimentais, questões polêmicas, questionamentos insanos e utópicos sobre o mundo, englobados em torno de muitas confusões. Anseia por um futuro melhor, mas se saberá o que será do temido e exasperado amanhã?

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Papo nada mole
Comentários (4) // sexta-feira, 17 de janeiro de 2014
O meu papo não é mole. Por favor, não me enrole. Não quero ladainhas ou ler nas entrelinhas o que há por trás de cada palavra sua. Você me entende? Não falo mandarim, só... não ria de mim.
Guardo tranqueiras em minhas gavetas e talvez até aqui dentro. De bilhetes comprados a mentiras esfarrapadas.
Algumas de nossas histórias são mal-humoradas, nossas vidas foram cruzadas e por isso lhe é necessário me entender. Estou sendo exigente, pode começar a reclamar. Sei que não é fácil o escutar para muita gente. Eu só quero lhe falar dos meus planos de revolucionar para daqui alguns dias, meses e anos, dos meus medos e traumas. E das minhas ideias para 2014. Seremos campeões, pode apostar. Campeões não apenas da temida e falada e conturbada Copa do Mundo; campeões seremos dos nossos sonhos, das nossas conquistas e das nossas lutas contra a preguiça.
Quero que me ajude a espantar o tédio, que o substitua pela garra sem usar nenhum remédio e que comemore com suor nas costas, porque tudo aquilo que tem gostinho de sacrifício é mais bem recebido.
Preciso que me ajude a lutar. Que esteja comigo quando eu cair e levantar, para daí podermos celebrar uma amizade verdadeira. E, com certeza, com você eu também estarei.
Desejo que as marés mais fortes não lhe afoguem, mas molhem os seus desertos, para que posteriormente frutos possam delas nascer.
Amigo, familiar ou leitor passageiro, que o quatorze deste novo ano lhe traga a cada dia quatorze sorrisos diferentes, daqueles mais bonitos que comercial de margarina.