O blog
Dizem que falar aos cotovelos é ruim. Dizem que expressar opinião é ótimo, em alguns casos. Unindo ambas as coisas essa pequena garota irá tentar defender as suas próprias opiniões rebeldes e muitas vezes sem causa, de coisas cotidianas, valhas ou às vezes inúteis; passando o tempo aqui, vendo as horas voarem e digitando descontroladoramente palavras aleatórias, porque isso sim é de sua estranha natureza.

Quem
Gabriela Andrade, uma senhorita com 23 anos vividos de misturas sentimentais, questões polêmicas, questionamentos insanos e utópicos sobre o mundo, englobados em torno de muitas confusões. Anseia por um futuro melhor, mas se saberá o que será do temido e exasperado amanhã?

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Confesso e mendigo
Comentários (5) // sexta-feira, 8 de novembro de 2013


Meu coração é de guerra e você bem sabe, nem preciso falar. Esses dias encontrei feridas reascendidas e pensei que atraso de vida seria a tal da Medicina em não conseguir curá-las direito. Depois melhor pensei e me lembrei que nos campos de batalha eu fui a minha própria arma inimiga. Sim, lutei contra o meu próprio coração e você sabe que entre ele e a razão o 2+2 se fez 8 e a lógica se esvaiu.
Moço, menino, guerreiro, abra o berreiro se quiser, mas não me deixe nunca andar por essas ruas sozinha à procura de sua guarida. Merecedora eu não sou disso, confesso e mendigo aqui o seu amor. Digo que lhe quero para que amenizes a minha dor. Mendigar não é bom, mas de apaixonado tom assim ouço o seu “olá”. As veias que em mim pulsam parecem pausar a cada batida do relógio, quando não lhes parece lógico parar no meio de vias que não possuem pontos de parada, as vias desse meu sistema biológico. Na calada da noite os meus olhos ainda vagam à procura de rimas para sanar essa minha arritmia. Você é a minha calmaria.
Escrever sobre amor deveria ser tese de doutorado, pois para mim parece claro que terapia aos pés de palavras vomitadas, paridas de uma gravidez súbita de sentimentos é como... Desculpas, moço, o foco aqui é outro. Pequenina sou para a grandeza desse amor. Caibo quase na palma da minha mão, mas ultrapasso limites de qualquer imensidão por isto aqui: que em meu interior há. Digo que lhe quero porque o meu querer já não é mais meu. Escapa das minhas mãos e agora é seu. Duvida das fases da lua, moço, mas acredita nas frases minhas.

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