O blog
Dizem que falar aos cotovelos é ruim. Dizem que expressar opinião é ótimo em alguns casos. Unindo ambas as coisas essa pequena garota irá tentar defender as suas próprias opiniões de coisas cotidianas, valhas ou às vezes inúteis; passando o tempo aqui, vendo as horas voarem e digitando descontroladoramente palavras aleatórias, porque isso sim é de sua natureza.

Quem
Gabriela Andrade, uma senhorita com 24 anos vividos de misturas sentimentais, questões polêmicas, questionamentos utópicos sobre o mundo, englobados em torno de muitas confusões. Anseia por um futuro melhor, mas se saberá o que será do temido e exasperado amanhã?

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Inovação, sem nenhuma noção
Comentários (2) // sexta-feira, 19 de junho de 2009
As pessoas variam, as tecnologias se renovam e o mundo deste modo se transforma. Tudo novo, num recomeço reciclado. Eu temia pela minha mudança, mas os anos foram se passando e chegou-me a idade conhecida por suas inúmeras reviravoltas. Estava sólida e a minha vida completa. Decerto não precisava de mudanças. O destino causou um transtorno dentro do meu ser, quisera como nos últimos tempos levemente viver. Não sei se será só mais uma fase, entretanto torço ardentemente para isso. Já não sei controlar-me e nem recuperar o desempenho antigo. Sob as órbitas distantes encontro-me e não mais sinto o rodar do Sol ao meu redor, com o seu extremo calor confortador.
Fiz um poema desconexo há algum tempo e embora sem muito a ver, aqui está:

Universo seu, para este desatino meu

Este amor me trouxe até aqui
E agora não sei para onde ir.
Procuro saídas,
Busco por respostas,
Somente espero o Sol surgir.

Já está tarde
Nem sei o que farei.
Essa grandiloquência desvanecer-se-ia
A esse sentimento cruel que me despedacei.
Entre idas e vindas,
A esse amor me entreguei
E você, infelizmente eu amei.

Solitária encontro eu cá,
Dentre milhões está você lá.
As órbitas giraram
E em ti, lágrimas sob os meus olhos deixaram.

Espero ser forte
Saber-se-á se as borboletas irão me levar.
Fui forasteira
Virei prisioneira,
Deste cruel e frio
Coração vil.


Sob as profundezas dum longínquo oceano me encontro. Se você me achar, liberte-me de lá, pois à superfície eu devo voltar e enfim, oxigênio respirar.

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